O Rezum é coberto pelos planos de saúde?
Com a chegada de novas tecnologias para tratar o crescimento benigno da próstata, muitos pacientes têm dúvidas, por exemplo: “O Rezum é coberto pelos planos de saúde?”. Se você considera esse tratamento ou quer entender melhor como ele funciona, este conteúdo esclarecerá os principais pontos sobre cobertura, indicações e o cenário atual no Brasil.
Planos de saúde cobrem o Rezum?
O Rezum é coberto pelos planos de saúde? Atualmente, os planos de saúde não cobrem o Rezum no Brasil. Isso vale tanto para grandes operadoras, como Unimed, Bradesco e Amil, quanto para planos regionais.
Essa limitação ocorre porque a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ainda não incluiu o Rezum no Rol de Procedimentos obrigatórios. Esse rol define tudo o que os convênios devem cobrir por lei. Como o Rezum não está na lista, os planos não custeiam nem oferecem o procedimento.
Por que o procedimento não é coberto?
A tecnologia médica avança rapidamente, mas a ANS demora para aprovar e incorporar novos procedimentos. Mesmo com evidências científicas sólidas e ampla aceitação internacional, o Brasil ainda espera a análise técnica e regulatória de procedimentos como o Rezum.
Enquanto isso, hospitais e clínicas privadas que possuem o equipamento oferecem o tratamento apenas de forma particular, ou seja, custeado diretamente pelo paciente.
Existe alguma alternativa?
Atualmente, pacientes com hiperplasia prostática que procuram opções cobertas pelos planos de saúde podem contar com técnicas já consolidadas. Entre elas estão:
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Ressecção transuretral da próstata (RTU-P) — chamada popularmente de “raspagem da próstata” e usada há décadas com bons resultados;
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Enucleação com laser (HOLEP) — uma opção moderna, eficaz e, em alguns casos, oferecida por redes conveniadas.
Para escolher o melhor tratamento, o ideal é conversar com o urologista. Ele analisará o tamanho da próstata, a intensidade dos sintomas, as expectativas do paciente e a estrutura disponível, e orientará a decisão de forma personalizada.
Fique atento às atualizações
O cenário pode mudar nos próximos anos. À medida que apresentarem novas evidências sobre o Rezum e a demanda crescer, a ANS pode revisar sua lista e incluir esse tratamento como procedimento de cobertura obrigatória. Até lá, a alternativa permanece restrita à rede privada.
Conclusão
O Rezum traz uma inovação importante no tratamento da hiperplasia prostática benigna. No entanto, os planos de saúde no Brasil ainda não cobrem esse procedimento. Converse com um urologista de confiança para esclarecer suas dúvidas, analisar os prós e contras e indicar as opções mais adequadas para o seu caso.
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